sexta-feira, 19 de outubro de 2007

MAS PORQUE SERÁ QUE TEM QUE SER ASSIM?

Como pode ser possível???
Pronto, ninguém se espanta!
Já no ano passado que se tinha intervido: Escola, Centro de Saúde, Mãe. A aluna estava no 6º Ano. Pouco mais velha que a minha filha mais velha. Agora até está no 7º Ano.
Bem, quer dizer, já não tem vindo.
E quando se percebe que no século XXI há Mães que não sabem o que é um preservativo faz-se Planeamento Familiar.
Bem, quer dizer, se a Mãe se deslocar ao Centro de Saúde.
Bem, quer dizer, se a Assistência Social tivesse meios para verificar esta situação.
Bem, quer dizer, também da Escola. Mas em Agosto, apesar das Escolas estarem abertas, elas estão fechadas.
Bem, quer dizer, para muitos miúdos até nem está. Nós até os vemos dar a sua voltinha de bicicleta que inclui a passagem pela Escola. E encontramo-los por muitos lados. E eles encontram-nos a nós.
Bem, quer dizer, parece-nos que é assim.
É que está sempre tudo bem........
Mesmo quando nós sabemos que não está!!!!!
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Pronto, esperemos que seja a primeira e a única do ano.
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Bem, quer dizer, espero não ter falado cedo de mais!!!
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Como é possível que uma miúda que já me ouve há três anos falar destas coisas e de outras tenha feito uma coisa destas?
Bem, quer dizer, ainda não sabemos.
O período ainda não veio mas parece que não estaria em período fértil.
Foi no fim-de-semana passado.
E aquela miúda, já do 9º Ano e farta de ouvir falar em HIV/SIDA e de preservativo e de pílula do dia seguinte como conseguiu fazer isto???
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Bem, quer dizer, ela não conseguiu fazer isto.
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Aliás, ela nem sequer se lembra com quem fez isto, era tal o seu grau de intoxicação.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo

foi um político português do tempo da Monarquia Constitucional e um importante líder do movimento setembrista em Portugal. Um dos líderes do Partido Histórico, o qual abandonou para formar o seu próprio movimento, o Partido Reformista. Assumiu diversas pastas ministerais e foi por cinco vezes chefe de Governo do seu País (1836 - 1837, 1837 - 1839, 1865 e 1868 - 1869).
Foi primeiro barão (1833), primeiro visconde (1834) e primeiro marquês de Sá da Bandeira (1854).

Vida

Apoiante dos liberais, esteve sitiado durante o Cerco do Porto com várias outras ilustres figuras da segunda metade de Oitocentos; no decorrer da guerra, viria a perder o braço direito, no Alto da Bandeira, em Vila Nova de Gaia.
Após a tomada do Poder pelos setembristas na sequência da Revolução de Setembro de 1836, Sá da Bandeira tornou-se ministro do Interior do novo governo. Pouco tempo depois, uma tentativa contra-revolucionária de levar ao poder a facção cartista (a Belenzada) teve um efeito contrário ao desejado pelos revoltosos, vendo-se a rainha D. Maria II obrigada a nomear Sá da Bandeira como Primeiro-ministro.
Juntamente com Passos Manuel (que neste seu primeiro governo assumiu as pastas das Finanças e Interior), iniciou um programa de reformas tendo em vista o progresso do País – por exemplo, declarou abolida a escravatura nas colónias portuguesas (na metrópole havia já sido abolida antes). No ano seguinte, desencadeou-se a Revolta dos Marechais (Saldanha e Terceira) contra o seu governo, mas Sá da Bandeira conseguiu sustê-la.
Em 1842, com o golpe de Costa Cabral, acabou este período de governação setembrista. Por sua vez, em 1846 a revolta da Maria da Fonte pôs fim ao governo Costa Cabral. D. Maria designou então um executivo presidido pelo Duque de Palmela, cartista moderado, no qual Sá da Bandeira também tomou parte, como ministro da Guerra. No entanto, um novo golpe, promovido por Saldanha, levou-o a pedir a sua exoneração da pasta que ocupava.
Tal decisão esteve em parte na origem de uma nova guerra civil, a Patuleia, a qual terminou em 1847 com a vitória dos cartistas, apoiados pela rainha e por forças estrangeiras (Espanha e Reino Unido). Portugal seria então governado pelos conservadores durante mais de dez anos, até à ascensão ao trono de D. Pedro V, de ideias francamente progressistas.
Por essa altura havia-se já iniciado o sistema do rotativismo que iria caracterizar a Monarquia Constitucional até ao seu fim – uma sucessão estável dos dois maiores partidos no poder. De um lado, o Partido Regenerador, formado pelos antigos cartistas, de cariz mais conservador; do outro, o Partido Histórico, derivado do movimento setembrista, de feição mais liberal. A monarquia constitucional em Portugal, na prática, afirmou-se essencialmente como um sistema oligárquico; por isso, não é de admirar que tanto os políticos regeneradores, como os históricos, procurassem os seus apoios na classe média-alta (a burguesia endinheirada).
Sá da Bandeira assumiu por esta altura um papel de proa na condução do Partido Histórico, sendo a sua segunda figura, logo após o Duque de Loulé; este último acabou por se tornar chefe de governo em 1856, e até 1859.
No quadro regular de um rotativismo caracterizado pelas frequentes dissoluções das Cortes, pela elevada abstenção (até porque o direito de voto era um privilégio de uma escassa minoria) e até pela manipulação eleitoral, em que alternavam no poder os dois grandes partidos, Sá da Bandeira ascendeu à chefia do governo em 1865, mas apenas durante cinco meses. Em sua substituição, foi formada uma grande coligação constituída por Regeneradores e Históricos, o Governo de Fusão de Joaquim António de Aguiar.
Sá da Bandeira, que desde há muito se manifestava contra esta hipótese, acabou por se afastar do partido, e formou com os seus correligionários um novo partido, o Reformista. À frente deste, Sá da Bandeira voltaria a ser primeiro-ministro por um curto espaço de tempo, entre 1868 e 1869.
Em 1870, na sequência do golpe da Ajudada, que pôs Saldanha no poder, Sá da Bandeira organizou a resistência ao seu governo de ditadura, e três meses mais tarde este caiu. Sá da Bandeira foi, pela quinta e última vez, convidado a formar governo. Organizou depois eleições e ofereceu o poder ao independente António José de Ávila (o qual, no entanto, se aproximava mais dos Históricos).
Sá da Bandeira faleceu em 1876. O Partido Reformista, por si criado, sobreviveu pouco tempo à sua morte; fundir-se-ia com o Partido Histórico no Partido Progressista.
Em sua homenagem, a cidade do Lubango, em Angola, durante os tempos coloniais, chamou-se Sá da Bandeira.
Retirado de www.wikipedia.org

segunda-feira, 23 de julho de 2007

NORAH JONES

No dia 22 de Julho, Norah Jones ofereceu-nos uma noite de MÚSICA e VOZ.
Com a mesma frescura e simplicidade em palco, em que a sua força vem precisamente daquilo que a torna única e inconfundível,
a noite no Estoril foi única,
e sem grandes efeitos de luz e jogadas teatrais,
o espectáculo foi isso mesmo!



segunda-feira, 16 de julho de 2007

DEMOCRACIA

No Domingo ao jantar e enquanto se seguiam as notícias sobre as eleições em Lisboa, a B., com 10 anos, acompanhava as diversas intervenções políticas com toda a atenção, aproveitando para, de vez em quando, colocar uma questão ou fazer um comentário.

Quando ouvia o Jerónimo de Sousa comentou:

Isto é que é conversa para nós percebermos !!!!!
O seu riso foi acompanhado pelo nosso, pois efectivamente a cassete era densa.

No entanto, A., com 7 anos, peregunta-me:

Papá, nós somos da CDU ?

A B., complementando a minha resposta negativa, gozou com o irmão. No entanto este disse:

Não sei qual é o problema. Nós não somos uma democracia ??????

Sim foi a minha resposta.

E a ela, A. acrescentou:

E não somos uma Democracia qualquer,


SOMOS UMA DEMOCRACIA DEMOCRÁTICA !!!!!

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Língua Portuguesa 1 - Matemática 0 ???

Uma breve reflexão sobre os resultados dos exames nacionais do 9º Ano de escolaridade, permite-nos chegar a várias conclusões.

No entanto podem pensar apenas nesta:

Se no exame de Matemática algumas das questões colocadas aos alunos fossem ao nível do 4º Ano, como aconteceu com o exame de Língua Portuguesa

e

se no exame de Matemática permitissem que os alunos cometessem 4 erros de cálculo por cada questão, como foi o caso de, sem absolutamente nenhuma penalização, poderem cometer 4 erros ortográficos, POR CADA QUESTÃO, no exame de Língua Portuguesa,


então

o sucesso seria espantoso.

É UMA VERGONHA !!!!!!

sábado, 7 de julho de 2007

LEMBRANÇAS DE UM EX - FUMADOR

Não há um único dia em que não me apeteça

fumar ......................................

um longo e profundo cigarro!


Há quase QUATRO ANOS E MEIO que NÃO FUMO.


Foi no dia 10 de Março de 2003,

por volta das 9h25m
que
fumei o meu último cigarro, mesmo sem na altura saber que seria o último.

E ORGULHO-ME DISSO!

Fumava perto de três maços por dia quando, ao fazer um tratamento complicado a um dente, em que para além de um implante foi necessário regenerar tecido ósseo e tecido mole, o médico me disse assim:

O custo total do tratamento, o qual irá durar quase um ano, é de 500 contos.

Percentagem de sucesso em Fumadores - cerca de 50%!

Percentagem de sucesso em Não Fumadores - cerca de 90%!

Faça a sua escolha e pense, que eu já volto para saber a sua resposta.

Ainda pensei em descer à rua para fumar o meu último cigarro, mas assim iria perder mais de uma hora de sofrimento já passado sem fumar.

Escolhi não fumar!

Escolhi cumprir a promessa que tinha feito no ano 2000, quando nasceu o meu filho A...

Escolhi ser teimoso, que isto de deixar de fumar não depende da força de vontade mas sim do mau feitio e da teimosia.

E o que o pessoal perto de mim sofreu com o meu mau feitio!!

Obrigado pela paciência!!

Obrigado pela garrafa de Champagne Veuve-Clicquot que os meus pais me ofereceram.

E agora, parece-me que já está na altura de,

o pessoal que não consegue deixar de fumar,

seja obrigado a respeitar a saúde dos outros!

A liberdade de fumar de uns não pode ser alcançada à custa da saúde e da vida dos outros.

Caso contrário, qualquer dia, a seguir a uma boa refeição,
poderei exercer a minha liberdade de atirar
para cima do fumo do vizinho do lado,

os meus gases intestinais pontuados por um sonoro "arroto"!

Sim, porque a liberdade de destruir a qualidade do ar não é exclusiva dos fumadores,

POIS NÃO ? ? ?

terça-feira, 3 de julho de 2007

VOA OU NÃO VOA ?

É impressionante como as pessoas aparecem sempre atrás dos interesses políticos e económicos.

A queda do avião da TAAG na semana passada, que apesar de impedido de voar na Europa não o estava impedido de fazer em Angola, tem continuidade com a notícia, que ontem apareceu, de a companhia aérea angolana ser proibida de operar em espaço europeu.

Hoje surge a chantagem do governo angolano!

AH POIS!!!!

Se nós não podemos então vocês também não voam para cá. E começamos logo pela TAP.

Lembrei-me logo do caso das cartas de condução angolanas não serem automaticamente válidas em Portugal.
Sim, isto de um futebolista angolano famoso ser incomodado não pode ser.

Vai daí e o governo angolano avisa logo que algum português que seja apanhado a conduzir com carta de condução que não seja tirada em Angola será preso!

E se avisou assim o fez!!

Claro está que o governo português arranjou logo uma solução. Já não é necessária aquela burocracia chata para a carta de condução angolana servir em Portugal e os portugueses foram libertados. Sim, porque de repente e sem que nada fosse feito, a carta de condução angolana passou a ser perfeita.

Vamos lá ver como isto acaba!

A Europa irá recuar e mostrará que afinal não existiam razões para alarme o que coloca em causa a idoneidade e competência das entidades reguladoras?

Ou então resolveu fazer um aviso sério que Angola não poderá a ignorar o factor segurança dos seus aviões?
Se foi este o caso escolheu uma estratégia errada para o fazer.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Dear Mr. President

Este é um trabalho feito pela minha sobrinha mais velha e que eu, mesmo sem lhe pedir autorização, aqui coloco.
A música é excelente e a mensagem é poderosa.

Obrigado ao Random Precision onde vergonhosamente o roubei.